10 de March de 2026
Seguros

ESSOR reforça presença no seguro rural e inicia nova campanha de comercialização do seguro agrícola

  • 10/ março / 2026

Campanha amplia oferta de proteção para diferentes culturas e reforça o papel do seguro rural como ferramenta de gestão de riscos no agronegócio

Por Redação

Líder no seguro agrícola privado no Brasil, a ESSOR Seguros iniciou uma nova campanha de comercialização voltada ao fortalecimento do seguro rural no país. A iniciativa contempla soluções específicas de proteção para culturas como uva destinada à produção de vinho, cebola, alho, pêssego, ameixa e nectarina, reforçando a atuação da companhia em diferentes cadeias produtivas do agronegócio.

Com mais de 25 safras de atuação ao lado do produtor rural, a ESSOR construiu uma trajetória marcada pela proximidade com o campo, estrutura técnica especializada, agilidade no atendimento e responsabilidade na gestão de riscos climáticos e produtivos. A nova campanha amplia esse compromisso ao oferecer soluções de seguro agrícola alinhadas às necessidades de proteção das lavouras e à realidade produtiva de cada região.

Moacir Oss Emmer, coord. com. Agro da ESSOR

Para a companhia, a difusão da cultura do seguro rural é um dos pilares da estratégia. Segundo Moacir Oss Emmer, coordenador comercial Agro da ESSOR, a comunicação clara e transparente com produtores e corretores é essencial para ampliar a compreensão sobre o papel do seguro na gestão do negócio rural. “Trabalhamos junto aos nossos parceiros corretores para levar ao produtor rural uma comunicação clara e transparente. Mais do que comercializar apólices, buscamos fortalecer a cultura do seguro agrícola, mostrando sua importância como ferramenta de gestão de risco e sustentabilidade da atividade no longo prazo”, afirma.

Outro ponto destacado pela seguradora é a importância da contratação antecipada das apólices. No seguro rural, o planejamento prévio permite ao produtor estruturar melhor a condução da safra e garantir proteção adequada desde o início do ciclo produtivo. “Nosso objetivo é proporcionar alternativas que permitam uma tomada de decisão antecipada, contribuindo para uma condução mais organizada e tranquila da safra”, explica Emmer.

O cenário atual do agronegócio também reforça a relevância dessa proteção. Fatores climáticos cada vez mais imprevisíveis, oscilações de mercado e desafios ligados às políticas públicas tornam o ambiente de produção mais complexo. Nesse contexto, o seguro rural ganha importância como instrumento de mitigação de riscos e estabilidade financeira para as propriedades.

Segundo Emmer, a experiência acumulada pela seguradora ao longo das safras reforça que o desenvolvimento de soluções para o campo exige evolução constante. “O campo é dinâmico e exige atualização contínua das soluções oferecidas. Para nós da ESSOR, o seguro agrícola não é um produto de prateleira, mas uma ferramenta de gestão que depende de análise técnica, venda consultiva e personalização”, enfatiza.

Nesse processo, o corretor de seguros tem papel central. É ele quem está mais próximo do produtor, compreendendo as particularidades de cada operação, os riscos envolvidos e as necessidades específicas de proteção. A ESSOR destaca que essa atuação consultiva é ainda mais relevante no seguro rural, que exige conhecimento técnico e acompanhamento próximo da realidade do campo.

“Nosso compromisso é apoiar o corretor de forma contínua, com capacitação, informação qualificada, suporte técnico ágil e proximidade na tomada de decisões”, afirma Emmer.

A expectativa da companhia é acompanhar o crescimento do mercado de seguros no agronegócio de forma consistente, ampliando a distribuição das soluções com responsabilidade diante das dimensões continentais do Brasil e da diversidade produtiva das regiões. “Enxergamos o crescimento do mercado de seguros do agronegócio de forma orgânica e sustentável, ampliando nossa distribuição com responsabilidade. Queremos que o produtor possa concentrar seus esforços para produzir mais e melhor, com a tranquilidade de contar com mecanismos sólidos de mitigação de riscos climáticos”, conclui.