ESSOR analisa risco do agronegócio brasileiro e reforça a importância do seguro agrícola
- 14/ julho / 2026
Com a experiência acumulada em mais de 25 safras, a seguradora revela os novos desafios para produtores
Por Redação
As transformações vividas pelo agronegócio brasileiro nas últimas décadas, tornaram o perfil de risco da atividade mais complexo e ampliaram a importância do seguro agrícola como ferramenta de gestão. Segundo Moacir Oss Emmer, Coordenador Comercial Agro da ESSOR Seguros, o seguro agrícola evoluiu junto com o agronegócio. “Nesse período, o seguro agrícola enfrentou diversos desafios e segue em constante evolução, acompanhando as transformações do setor, os impactos das mudanças climáticas e a crescente necessidade de gestão de riscos por parte dos produtores”, afirma.
Para o executivo, um dos principais desafios é lidar com riscos de natureza catastrófica, capazes de gerar perdas expressivas e simultâneas em grandes regiões. “Além disso, o Brasil possui uma enorme extensão territorial, com diferentes realidades climáticas, produtivas e socioeconômicas. Essa diversidade exige o desenvolvimento contínuo de soluções e ferramentas adequadas às necessidades específicas de cada região, cultura e perfil de produtor”, explica. Somadas as incertezas climáticas, que continuam sendo a principal preocupação do produtor rural, ele também convive com riscos financeiros importantes, como o aumento dos custos de produção, especialmente dos insumos, e a volatilidade dos preços de comercialização dos produtos agrícolas. Cenário que afeta diretamente culturas como soja, milho, arroz, maçã, uva e hortaliças, segmentos em que a ESSOR atua.
Moacir explica que a gestão de riscos deve fazer parte do planejamento da propriedade. “O produtor precisa enxergar o seguro agrícola não como um custo adicional, mas como um investimento estratégico e uma ferramenta de gestão de riscos. Assim como os demais itens da planilha de custos e investimentos, o seguro deve fazer parte do planejamento da safra, contribuindo para proteger o capital investido e dar maior segurança diante das inúmeras variáveis que influenciam o resultado da atividade agrícola. Em um cenário de crescente complexidade, a gestão de risco passa a ser tão importante quanto a própria produção”, frisa.
Sobre os diferenciais da ESSOR, ele destaca uma combinação de fatores. “Temos equipes altamente especializadas, tanto nas áreas técnicas quanto em campo, que atuam de forma muito próxima aos corretores, parceiros e produtores rurais. Outro diferencial importante é o investimento contínuo em inovação e tecnologia. Buscamos aprimorar nossos processos, ferramentas de subscrição, monitoramento e regulação de sinistros, sempre com o objetivo de oferecer mais eficiência, agilidade e segurança aos nossos clientes e parceiros”. E completa, “mas talvez o que melhor represente a ESSOR, seja a nossa forma de desenvolver soluções. Procuramos ouvir quem está no campo para desenvolver produtos e coberturas que realmente façam sentido para as diferentes necessidades do agronegócio brasileiro”, acredita.
O executivo reforça a importância da contratação antecipada do seguro. “Contratar o seguro antes do início da safra permite um estudo mais detalhado das necessidades do produtor, possibilitando a construção de soluções mais personalizadas e alinhadas aos riscos da sua atividade. Além disso, a contratação antecipada amplia as chances de acesso aos recursos de subvenção, especialmente em um cenário de instabilidade e limitações do orçamento federal”, conclui.